
John Puakea: downwind de OC-1 no rio Columbia
John Puakea mostra toda sua técnica na canoagem polinésia neste vídeo de downwind nas águas do rio ... leia mais

O Va’a explodiu no Brasil, e isso é lindo de ver. De repente, as canoas havaianas tomaram conta de praias, rios, lagoas e represas de norte a sul do país — um fenômeno inédito no mundo. Tudo isso foi erguido na base da paixão, do suor diário e, convenhamos, de muito improviso por parte de clubes, escolas, projetos sociais, experiências turísticas e equipes competitivas.
A gente vê novas bases surgindo, comunidades se formando e eventos ganhando corpo. Pessoas estão descobrindo na canoa não apenas um esporte, mas uma forma de criar vínculos, se conectar com a natureza e encontrar pertencimento. Mas, no meio de todo esse crescimento, fica uma pergunta no ar: afinal, quem é que está organizando o Va’a no Brasil hoje?
Foi exatamente para responder a essa provocação que criamos o Radar Va’a.ONE 2026 — O Brasil que Rema. Em parceria com o Aloha Spirit Mídia, lançamos esse estudo vivo e colaborativo para ouvir quem realmente coloca a canoa na água todo santo dia.
Nós não começamos do zero. O Va’a.ONE já fez um levantamento preliminar, garimpando dados públicos, redes sociais, calendários, rankings e contatos de mercado. Já temos centenas de registros em triagem e planilhas artesanais cheias de informações.
Mas sabemos que essa é só uma primeira fotografia em construção e ainda não representa os números oficiais. Para a imagem ficar nítida, o próximo passo precisa ser coletivo. O Radar nasceu justamente para validar, corrigir e aprofundar esse retrato com quem vive a realidade do esporte.
Nossa primeira escuta é um chamado direto aos líderes, professores e gestores de bases, clubes e guarderias. Queremos entender a fundo a realidade da sua operação:
E fiquem tranquilos: a ideia aqui não é criar ranking, comparar bases ou expor ninguém. As respostas serão analisadas de forma consolidada, com total cuidado e respeito, apenas para construirmos uma leitura ampla do nosso ecossistema.
A vez dos remadores Depois de entender quem organiza, vamos focar em quem está dentro da canoa. A segunda etapa do Radar será voltada aos praticantes.
Queremos descobrir como essa galera conheceu o esporte, por que não largam o remo, quanto investem, com que frequência treinam e o que esperam das bases, eventos e da comunidade em geral. Assim, conseguimos olhar para os dois lados da moeda.
Por que isso importa? O Va’a vai muito além de canoas e remos. Por trás de cada base existe uma operação viva, cheia de desafios, manutenções, famílias, sonhos e muito trabalho. Mapear esse universo é dar visibilidade para quem faz a modalidade acontecer e ajudar o nosso mercado a se enxergar com mais clareza. Antes de pensarmos no futuro do Va’a, precisamos entender quem já está remando por ele.
Resultados públicos e Live especial O mais bacana desse projeto é que ele é feito para a comunidade. Por isso, ao final do estudo, todos os resultados serão disponibilizados ao público. Além disso, já estamos programando uma live super especial no Aloha Spirit TV para debatermos juntos tudo o que descobrirmos após a conclusão da pesquisa.
Participe! Sua base já está no mapa do Va’a brasileiro? Se você lidera, representa ou faz parte de uma base, a sua participação nesta primeira fase é fundamental.
Acesse o link e deixe sua contribuição (a participação é totalmente anônima): Radar Va’a.ONE 2026.
