Exercícios físicos para pessoas com doenças raras

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Exercícios físicos para pessoas com doenças raras
Manter-se em movimento ajuda a gerenciar sintomas, além de reduzir o estresse e melhorar a autoestima e confiança. Foto: Joel de la cruz / Pexels

Olá, amigos do Aloha Spirit Mídia! Vocês sabiam que mais de 300 milhões de pessoas no mundo vivem com alguma doença rara? Lupus, ELA, Fibromialgia… Estima-se que existam mais de 5.000 tipos diferentes de enfermidades crônicas, progressivas e que ainda não têm cura. Só no nosso país, são aproximadamente 13 milhões de brasileiros convivendo diariamente com condições que exigem atenção especializada e tratamento contínuo.

Muitos não sabem, mas o início do mês de março foi um período dedicado à conscientização e à empatia com esses indivíduos. A qualidade de vida de uma pessoa que vive com uma Doença Rara pode ser afetada diretamente, seja pela redução ou perda total de funções básicas, ou por uma série de sintomas que causam dor e desconforto diariamente. Por isso, aproveito a oportunidade para destacar a importância da atividade física para esse grupo.

Exercícios aeróbicos contínuos e intervalados contribuem para melhorar a capacidade cardiorrespiratória. O treinamento de força auxilia no fortalecimento muscular, na melhora da postura e funcionalidade do corpo. Outros estímulos, como exercícios de flexibilidade e equilíbrio, também ajudam a ampliar o repertório motor e a coordenação dos movimentos.

Importante lembrar que orientação médica é essencial para definir limites e a prática, já que cada doença e cada indivíduo apresentam necessidades específicas. O acompanhamento profissional, em parceria com o educador físico/treinador, permite ajustar a progressão dos exercícios, equilibrando intensidade, segurança e resultados.

A questão não é transformar a pessoa com uma doença rara em atleta, mas trazer saúde e bem estar para sua rotina, fazendo com que ele(a) possa viver dentro das suas limitações e com o maior grau de funcionalidade possível. Manter-se em movimento ajuda a gerenciar sintomas, além de reduzir o estresse e melhorar a autoestima e confiança.

Informação pode salvar vidas e transformar jornadas. Então vamos juntos promover o acolhimento dessas pessoas, que muitas vezes não apresentam sinais físicos óbvios ou visíveis, mas são impactadas severamente pela complexidade de seu diagnóstico. 

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