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O ombro é o centro da propulsão nos esportes aquáticos. Em modalidades como o surfe e a canoagem polinésia, a repetição constante da remada exige força, estabilidade e coordenação entre tronco, escápulas e membros superiores. Essa alta demanda, aliada à instabilidade natural da articulação, torna o ombro especialmente vulnerável a lesões por sobrecarga, como tendinites, lesões do manguito rotador e síndromes de impacto.
Nesse contexto, os protocolos de retorno ao esporte surgem como ferramentas essenciais para garantir que o atleta volte à prática de forma segura, eficiente e duradoura. Mais do que reabilitar, esses protocolos têm como meta restaurar a função completa, recuperar o gesto técnico da remada e prevenir recidivas.
Um protocolo eficaz envolve a combinação de diferentes etapas:
O tema é relevante pois o retorno precoce após uma lesão de ombro é uma das principais causas de recidiva e perda de performance em surfistas e remadores. Com o avanço da fisiologia e da biomecânica esportiva, os novos protocolos oferecem uma visão mais precisa e individualizada, permitindo que o atleta volte com mais segurança, potência e confiança.
Mais sobre saúde e esportes: drbenjaminrodrigues.growdoc.com.br e @drbenjamimrodrigues.
Obrigado e até o próximo tema.