
Em meio a boicotes e concorrência, Super Aito acontece nesse sábado
Em 31 anos de existência Super Aito 2023 realiza neste sábado (02) a edição mais triste de toda sua história

Uma reportagem publicada pelo jornal A Tarde, de Salvador, sobre a revitalização da Praia da Preguiça, ilustra de forma prática o potencial transformador da canoa polinésia para as cidades. O caso de Salvador é um exemplo prático daquilo que o editorial do Aloha Spirit Midia sempre reitera: a ocupação de espaços aquáticos ociosos através da va’a é um caminho poderoso para a requalificação urbana e o bem-estar social.
A canoa polinésia é uma ferramenta de transformação social poderosa por ser um esporte agregador, inclusivo e, principalmente, de relativo baixo investimento para o poder público. Diferente de outras modalidades, não é preciso construir quadras, arquibancadas ou desapropriar grandes terrenos para desenvolvê-la. Basta um vestiário, que muitas vezes pode ser aproveitado de uma estrutura preexistente, uma área para guardar as canoas e, evidentemente, um grande corpo d’água, um patrimônio natural que muitas cidades já possuem, mas subutilizam. As parcerias entre os clubes e a administração pública são o melhor caminho, e quem ganha é a sociedade, com mais saúde e qualidade de vida.
A matéria do A Tarde ilustra perfeitamente esses pontos. A Praia da Preguiça, um local antes estigmatizado pelo abandono e pela violência, se tornou o maior polo de canoagem da capital baiana, com 18 clubes funcionando em harmonia. O esporte não apenas limpou e ocupou a área, mas criou um forte senso de comunidade.
Além da transformação física e social do local, a reportagem destaca como a canoagem oferece aos cidadãos uma nova forma de se relacionar com a própria história e cultura, permitindo que cartões-postais como o Forte São Marcelo e o Elevador Lacerda sejam vistos por um ângulo completamente novo. As histórias de superação pessoal e o sentimento de pertencimento relatados pelos praticantes reforçam o impacto positivo do esporte na saúde mental da população.
O projeto de Salvador é mais um exemplo prático para outras cidades brasileiras que desejam revitalizar suas orlas e promover a saúde de seus cidadãos de forma sustentável e com alto impacto social.
Para ler a reportagem completa no portal A Tarde clique aqui.